quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

 



PARA CONQUISTAR A COERÊNCIA APRENDA A PONTUAR A COMUNICAÇÃO PARA ALCANÇAR O ESTADO DE PAZ, HARMONIA, FELICIDADE...

Os sinais de pontuação devem ser usados não apenas na escrita para dar coerência e coesão a sua comunicação; devem ser usados na sua postura frente à vida para evitar mal-entendidos, violência, retaliações, vinganças, bagunça mental, vida caótica, doenças, morte precoce...

Aprenda a pontuar seus pensamentos, sentimentos e atitudes para coordenar a interação íntima e as externas com a natureza e as outras pessoas; e assim conseguir uma comunicação senão pacífica não violenta, pontuando o que sente sem criar animosidades.

O PONTO.

Indica o término de um processo, seja num discurso íntimo ou externo ou somente uma parte do mesmo e abreviações.

Na vida pode significar REFLEXÃO, TOMADA DE DECISÃO, DESCARTE ou ENCERRAMENTO de algo que não serve mais. Todo encerramento é difícil, mas faz parte do processo de amadurecimento íntimo e social.

A VÍRGULA,

Sinaliza uma parada rápida para análise e resgate de entendimento que ficou para trás, tanto no privado quanto no público, continuidade...

O PONTO E VÍRGULA

Separa partes do mesmo processo para integrá-los...

DOIS PONTOS:

Sinalizam continuidade ou encerramento para recomeço de algo que ficou para trás na comunicação...  

TRÊS PONTOS...

Indica que tem mais coisas, cansei...

Em razão do mau uso da simples sinalização perdemos a salutar OBJETIVIDADE que nos ajuda a encontrar saídas aos impasses que criamos e evitar crises como depressão, bipolaridade, esquizofrenia, psicoses, sociopatia...

Não basta aprender a arte da pontuação na comunicação privada e pública, também é preciso dosar muito bem o poder das suas palavras na hora de comunicar as suas intenções.

PONTUE SEUS PONTOS DE VISTA...

 

 

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

 

PRESTENÇÃO! 

RICO É AQUELE QUE TEM POUCAS NECESSIDADES...

DAQUI EM DIANTE APRENDE A VIVER RICAMENTE 

Quem é rico em todos os sentidos não precisa de nada que não seja seu. 

Se estiveres cursando a matéria da pobreza material desta vez e pobre de conquistas humanas cobiçarás o que não te pertence.

Para não invejar as qualidades do outro, desenvolve as tuas.

Para não ficares dizendo que Deus brindou o outro com a doçura trabalha duro para que também a conquistes...

 Analisa bem o que e de quanto precisas para que possas viver ricamente.

 É possível que seja bem menos do que imaginas.

 Não esquece deste sábio conselho:

“Rico é aquele que tem poucas necessidades” ...

 

Para que se viva ricamente é preciso cultivar a simplicidade de ser capaz de viver com o mínimo necessário. Somente assim dominaremos tanto a vida com parcos recursos quanto a vida com muitos recursos ou abastança.

 

No terreno do afeto, aprende a nunca esperar nada de pessoa alguma, até porque ninguém tem a obrigação de nos dar nada, nós ao contrário é que temos obrigação íntima de darmos aos outros o que de melhor possuímos para alcançar a riqueza do eterno retorno.

 Aprender a separar o que é nosso do que é dos outros é uma condição essencial para que possamos viver ricamente.

 Não cries necessidades desnecessárias que complicarão a tua vida.

 Aprende a não gastar o que ainda não ganhastes.

A vida empresta, não doa e todo empréstimo deve ser resgatado com os devidos dividendos.

 Não te comprometas com créditos que ainda não possuis condição de resgatar.

Aprende a simplificar e, analisa tuas necessidades, desejos e aspirações com honestidade de propósitos...

 Segue um simples conselho que costumo dar a meus pacientes:

Quando quiseres qualquer coisa pergunta a ti mesmo:

Por que quero isso?

O que vou fazer com isso?

Qual sua proposta?



 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

 SE DESCULPAR É A MESMA COISA QUE PEDIR PERDÃO?

Há diferença entre um pedido de desculpas e uma solicitação de perdão, que nem sempre é percebida pelas pessoas viciadas em se desculpar; em virtude desse hábito, costumam fazer tudo malfeito, não costumam se responsabilizar pelos seus erros, pois contam com o infalível álibi do pedido de desculpas; até que um dia se defrontem com alguém que não as desculpe e que lhes sirva de corretivo. Nessa situação, costuma julgar o outro como um carrasco e magoam-se, às vezes, até retaliam.
Originalmente o pedido de desculpas não é resultado de uma reflexão mais profunda a respeito do ocorrido e geralmente acompanha uma falta ou uma ofensa não intencional, uma imprudência, um descuido, um quase acidente e se torna meio que uma “diarreia mental” ...
O pedido de perdão é algo mais profundo que segue uma reflexão, e na maior parte das vezes, se origina de uma falta mais grave ou uma ofensa mais profunda acompanhada da intenção de reparar.
Não raras vezes o pedido de perdão vem acompanhado do “inferno” da culpa e do remorso; qual a chave para escapar disso?
PESSOAS QUE VIVEM SE DESCULPANDO NÃO SÃO CONFIÁVEIS?


domingo, 28 de dezembro de 2025

 EM 2026 APRENDER A USAR A LIBERDADE É CADA VEZ MAIS NECESSÁRIO...


Por que aprender a usar a liberdade ainda é um problema?

Somos criaturas paradoxais, vivemos e até morremos para alcançar a liberdade sem saber do que se trata, e neste momento de acelerados descomeços e recomeços é urgente  reciclar, transmutar...
Imaturos, nos revoltamos ao descobrir a outra face do sonho de ser livre:
É preciso responder por nossos atos.
Na fuga da responsabilidade nos aprisionamos aos efeitos das próprias escolhas, na vã busca da liberdade sem assumir as consequências; que incrível paradoxo, somos prisioneiros do próprio direito de sermos livres.
Em dado momento, mais maduros, encontramos a chave para desvendar esse mistério: precisamos libertar os outros para que nos sintamos mais livres; e, sem tentar escapar aceitamos que, quanto mais libertos nos tornamos, maior é a responsabilidade, pois uma não existe sem a outra, são interdependentes, como nós o somos uns dos outros.
Nessa busca descobrimos o amor, pois ao nos sentirmos realmente livres aceitamos que a responsabilidade faz parte do ato de amar.
Quem diria: procurávamos a liberdade e sem querer descobrimos o amor, e nos encantamos ao começarmos a descerrar o véu que cobre seus mistérios. A nova descoberta: amar é responsabilizar-se por ... e quem ama assume; mas, só quando começamos a cuidar de nós mesmos assumindo a responsabilidade pelas próprias escolhas, sem desculpas nem justificativas; desse ponto em diante começamos a nos amar e a nos libertarmos.
Enternecidos, repassamos o destino. Perdoamo-nos e perdoamos, compreendemos então que sempre fomos, somos e continuaremos livres para escolher e para escolher de novo, quando for da nossa vontade, mesmo limitados pelos efeitos das escolhas anteriores, sempre é possível, sempre há uma opção.
Identificamos também que cada escolha cria:
Laços humanos. Laços de alegria. Laços de amor. Laços de dor. Laços de família. Laços apertados. Nós cegos. Nós difíceis de desatar...
Mas, se nós amamos: Desatar para que?

Deste momento em diante ao descobrir que a chave da LIBERTAÇÃO está em nós mesmos, dê o primeiro passo ao se libertar dos traficantes de ilusões das crenças e dos mercadores de almas...
JÁ SABE USAR A LIBERDADE?
QUAL SUA RECEITA?


segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

 

SERÁ A JUVENTUDE DE HOJE A DE ONTEM SELETIVAMENTE ACELERADA?

“Nossa juventude de hoje adora o luxo, é mal-educada, caçoa da autoridade, e não tem o menor respeito com os mais velhos. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos, eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus...”. (Sócrates, século V aC.). 

“Essa juventude está estragada até o fundo do coração: os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter nossa cultura...”. (Autor desconhecido, Babilônia – Século 41 a.C).

Claro que Sócrates e conterrâneos anteriores e posteriores não tiveram à disposição um mercado de trabalho intelectual e de vivências tão rico como os filósofos de hoje.

Por exemplo: Como exigir de um jovem que finge estar dormindo para dar o lugar a uma pessoa e se enquadra na condição de prioridade? – Quem ele aprendeu a respeitar na vida em família e no social?

Resumindo?

Tudo continua como antes; apenas com muito mais rapidez e seletividade.

Milênios e séculos se passaram e o discurso continua parecido.

A luta entre o novo e o velho é lei da vida: transformação e transmutação que seleciona e leva ao progresso.

Dia após dia as mudanças correm aceleradas quebrando os paradigmas e as configurações anteriores; saímos da fase dos músculos (trabalho braçal) para ao cérebro informação e conhecimento. Várias ondas de mudança ou revoluções ocorreram muito rápido, cada vez mais rápido e acelerando. Revolução agrícola, industrial, informação, globalização, cosmologia.

Nesta reta final as transformações são, a cada dia, mais rápidas, abocanhando as faixas etárias; separando o joio do trigo; gerações deixaram de ser contadas em décadas como se fazia na modernidade; hoje as gerações são diferenciadas de ano a ano, semestre a semestre; breve: dia a dia.

Na era digital, as mentes ainda analógicas vão pirar – o número de malucos vai aumentar de forma alucinante.

Quem ainda não toma controladores de sono, humor, libido, funções orgânicas etc.?

As dúvidas e os questionamentos dos antigos sobre o que é verdadeiro ou falso; real ou imaginário; ético ou não, serão “destroçadas” pela simplicidade das mentes que conseguem ler com mais facilidade o não dito, o escondido: a realidade?

Elas são digitais: respeito, só para quem merece?

Mas como identificar quem merece?



Na sua opinião houve melhora ou piora?

Ou tudo continua parecido com outras nuances?

 

 

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